verdade viva °°°: julho 2007

27.7.07

...

nesta hora, o céu já clareava e nuvens surgiam por todos os lados. Uma leve chuva começou a cair lentamente, e ventos vindos do sul dissipavam um aroma de rosas ao redor de Isabel. Ouvindo o estalo das gotas ao caírem no chão, sentou-se e percebeu que as borboletas coloridas bordadas em sua camiseta haviam voado para se esconderem da chuva que agora caía mais forte. Isabel sorriu e continou parada esperando-as voltarem.

Quatro horas se passaram e nenhum retorno aparente. De repente ondas de calor aproximaram-se de Isabel e um senhor de aparência do conhecimento foi lhe fazer companhia...

20.7.07

O rapaz acabara de, num rápido movimento, estraçalhar uma garrafa (cujo rótulo indicava ser uma cachaça popular) a 50 centímetros dos pés de Isabel, que ao sentir aquele cheiro característico e forte, titubeou para trás e preferiu elevar seus níveis de serotonina acendendo um cigarro. Esforçou-se em tentar entender porquê estava sentindo uma certa repulsão por rapazes de rostos quadrados e olhos verdes. Saiu daquele ambiente guiada por uma espécie de luz prateada...